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A tal da sintonia

Desde criança fui acostumada com a idéia de que todos devemos procurar o amor perfeito. O amor pra vida toda. Filmes, novelas, livros, contos infantis. Todos buscavam a pessoa com a qual dividiriam um potinho com suas respectivas escovas de dente. Aquele príncipe encantado no cavalo branco que, no final da história me salvaria da vida triste de gata borralheira e me levaria para morar num castelo longe e assim viveríamos felizes para sempre. Tudo fictício. Os contos acabavam no final feliz. Ninguém tinha coragem de fazer a continuação dessas belas histórias de amor. Ele se cansa dela, ela sai com o cara gato da academia e ele consegue traçar a melhor amiga dela enquanto ela acha que ele joga tênis no clube. A realidade é muito mais cruel que qualquer sofrimento de conto de fadas. Lavar o chão com uma escova é fichinha perto do que passamos todos os dias. Desconfiança, falta de motivação, tédio, rotina. De todos os relacionamentos que tive, garanto que nenhum teve sucesso. (óbvio não?) Mas depois de uma análise detalhada percebi que nunca me relacionei com alguém que fosse como eu. Que gostasse das mesmas coisas que gosto ou que no mínimo respeitasse as diferenças de cada um. Respeito. É isso que dizem quando pensam em um relacionamento bem sucedido. É preciso ter respeito com você e com o outro para ser feliz, certo? Não. É preciso ter sintonia.

Sintonia e sincronicidade. Consigo contar nos dedos de uma mão casais que são assim. Todos tem seus problemas, suas desavenças vez por outra, mas um completa o outro e aceita o outro exatamente da maneira que é. Claro, existem suas raras exceções em que, certas coisas que um gosta de fazer possa prejudicar não só a ele mas como o outro, mas essa é outra história.

Ter algumas coisas em comum não é suficiente pra garantir o sucesso no relacionamento. É além disso e quase inexplicável. Quantas vezes nos deparamos com pessoas que gostam do mesmo que a gente mas simplesmente, “não bate”. Essas pessoas, no futuro acabam se tornando nossos amigos ou apenas mais um coadjuvante nessa novela (ridícula) que é a vida. Manoel Carlos se orgulha disso, certeza.

Conversando com a J. ontem, discutíamos o quanto o irmão dela e a namorada se davam bem. A forma perfeita que duas peças do quebra cabeça se encaixavam e davam forma a uma figura incrível que é a sintonia. E eu não digo que significa terminar a frase do outro ou saber no olhar o que ele sente. É além disso. Conheço outro casal que é assim e se completa há quatro anos. Por muitas vezes a inveja (branca) bate e me pergunto se algum dia vou conseguir achar esse tal de amor “pra vida toda”. Se os planos que, uma hora foram infantis como casar e ter filhos um dia se concretizarão. Ou que o futuro não tenha guardado pra mim esse destino, mas que tenha guardado o “amor maior”.

Dizem que não se morre de amor. Conheço um caso que prova o contrário. Os avós do cara de um desses casais citados acima viveram felizes por sabe-se lá quantos anos. Ela faleceu. Dois meses depois, com a saúde uma hora impecável, o avô, sem mais nem menos foi parar no hospital. Sentia saudades da “velha dele”. Poucas semanas depois não aguentou. Esperou o resultado do jogo do São Paulo sair (campeão) e foi atrás da mulher da vida dele.

Eu espero que ninguém venha me dizer nos comentários que ele morreu porque era simplesmente velho. Não é isso. A saúde dele era melhor que a sua, que a minha, que o idiota que tá sentado atrás de você que corre duas vezes por semana e não come proteínas e carboidratos depois das seis. Esse caso foi de amor. Amor que nem eu, nem você temos. Não por sermos amargas ou não sermos boas o suficiente pra alguém. Mas por não termos encontrado a tal da sintonia.

E que fique claro: A sintonia não é um cara alto, forte e rico. É um cara engraçado, bonito na mesma quantidade de beleza que a minha (aham Claudia. Senta lá). É o cara que não vai achar defeitos em tudo que eu faço, que vai jogar videogame comigo, me levar ao cinema, ouvir as minhas músicas sem reclamar e ouvir as músicas dele com a minha cara feia de fundo. Esse cara vai saber aguentar o ciuminho das amigas da faculdade e acima de tudo, vai saber demonstrar como um idiota (apaixonado) o que sente por mim.

Não adianta você dizer que não tem vontade de sentir isso. Você sabe que passou a vida inteira procurando alguém que gostasse de você do jeito que você é. Foram poucos que entenderam, muitos que desistiram ou nem tentaram. Se você me diz que isso não existe, eu finjo que não ouço. Se você diz que é melhor não esperar, eu puxo minha cadeira, acendo um cigarro, jogo um tetris e te espero.

blá blá blá

Down the rabbit hole, hoping to find a better place to live, with better people to be with, wondering if I need to change or if I want to change. Sitting, waiting, wishing to find love, or at least to be found. Maybe that’s the problem. I shouldn’t wait or wish to find love. I should wait for it to come my way. I’m just a fucked up girl looking for my own peace of mind. I just wanna do something more than being just another one watching tv, playing games, not being honest to myself or to you. I wanna be happy, no matter how it takes me to be. We (all) only have this chance to make it work. I don’t wanna waste my time doing it wrong. Cause, beside all the bad things we see, it’s a good life we live after all.
(Did I make myself clear or my english is just that bad??)
Be who you are. Do what turns you on.
And may your enemies still run far away from you.

Down the rabbit hole, hoping to find a better place to live, with better people to be with, wondering if I need to change or if I want to change. Sitting, waiting, wishing to find love, or at least to be found. Maybe that’s the problem. I shouldn’t wait or wish to find love. I should wait for it to come my way. I’m just a fucked up girl looking for my own peace of mind. I just wanna do something more than being just another one watching tv, playing games, not being honest to myself or to you. I wanna be happy, no matter how it takes me to be. We (all) only have this chance to make it work. I don’t wanna waste my time doing it wrong. Cause, beside all the bad things we see, it’s a good life we live after all.
(Did I make myself clear or my english is just that bad??)

Be who you are. Do what turns you on.
And may your enemies still run far away from you.

Music Friday

Setlist de mulher decidida e ligeiramente feliz com a sexta feira.

Hot ‘n Cold – Katy Perry

Umbrella – Vanilla Sky

Pies Descalzos – Shakira

So What – Pink

Trouble – Pink

So Nice So Smart – Kimya Dawnson

I Want you To Want Me – Letters to Cleo

The Sweet Escape – Gwen Stefani

Everything Back But You – Avril Lavigne

My World – Avril Lavigne

He Wasn’t – Avril Lavigne

Obs: Claro que eu poderia fazer uma lista mais elaborada e com cantoras mais representantes do poder e da sensualidade como Carla Bruni e outras, mas bateu aquela vontade de ouvir Avril e pular enquanto eu encho a minha blusinha azul de farinha enquanto faço um bolo de laranja.

Boa sexta feira pra vocês.

2009/2010

Fim de ano. Aquela correria de sempre. A compra de presentes pro Natal, a escolha da casa perfeita, na praia ou na cidade pra passar o ano novo. A retrospectiva de como foi esse ano e o que você fez de bom pra você e para os outros. As conquistas, as derrotas. Todo aquele clichê de chamada da Globo com a música “Todos nossos sonhos serão verdade, o futuro já começou“. As lembranças.. Elas são as que ficam e não passam disso. Lembranças.

Nessa de recordar, lembrei da conversa que tive com algumas amigas tomando uma cerveja em casa no começo desse ano. A disputa pra ver quem teve o pior Reveillon. E, incontestávelmente eu ganhei. Minha virada superou o quase coma alcoólico de uma, a Av. Paulista de outra e um outro Ano Novo do qual não me lembro. Não teve alegria, não teve alívio na troca de ano. Foi só um dia pro outro com uma ceia diferente.

Depois dessa frustração eu prometi que passaria meus dias felizes, independente de quem estivesse comigo. Eu culpo bastante uma outra pessoa pelo meu 2008/2009 frustrado. E espero que essa pessoa se sinta culpada por isso.

Sem contar que eu realmente acreditei naquela superstição idiota de que, se você começa o primeiro dia do ano de um jeito, vai passar o resto do ano assim. Mas que fique claro que só tive certeza disso hoje. Pode ser que eu esteja jogando a culpa dessa vez em muito mais pessoas do que uma só mas eu não fiz quase nada de bom esse ano.

Claro, tive meus amigos do meu lado o tempo inteiro e no segundo semestre eu encontrei A pessoa que eu queria pra mim. Aquela que eu nunca mais imaginei que fosse encontrar, que pudesse me fazer feliz. Eu a encontrei e eu a tive comigo durante todo esse tempo. Mas 2009 não foi mais que isso pra mim. Bons amigos e o homem da minha vida.

E apesar disso tudo, vejo que vou mais uma vez passar esse reveillon sozinha. Recebi propostas de viagens mas o que eu realmente queria fazer, até esse exato momento que escrevo esse texto, não poderei. Esse ano tem sido frustração atrás de frustração pra mim. Com coisas pequenas, grandes e comigo mesma. Coisas que deixei de fazer, coisas que fiz. As mudanças que decidi que tinham que acontecer. Parece que foi tudo em vão. Parece que foi um ano em que vivi no piloto automático e ele estava programado apenas pra responder se perguntarem.

Eu não quero essa vida pra mim. Eu quero me livrar de tudo que me fez mal, quero me livrar de todas as paranóias que eu tenho e me tornar uma pessoa normal. Porque eu sei que no exato momento eu não pareço muito uma pessoa assim. Eu não quero perder quem está hoje (ainda) presente na minha vida. Não quero deixar de viver os bons momentos que vivi. Não quero que eles sejam só lembrança do passado e sim um acontecimento do presente e uma vontade do futuro.

Apesar de tentar jogar a culpa nos outros eu sei o quanto eu errei e fui negligente comigo mesma. Mas também sei o quanto me esforcei para mudar uma situação e tentar torná-la melhor.

E o que eu tenho pra fazer agora? Esperar. Mas somente esperar porque, depois de toda essa análise e reflexão, cheguei a conclusão de que ter esperança é o mesmo que ser o único no meio de um monte de gente que sabe o final da novela e achar que as coisas vão ser diferentes. E porque não também estar ciente desse final e achar que dessa vez (mais uma vez) vai ser diferente?

Eu sei o que eu quero e sei do que sou capaz pra conseguir. Mas sei também que não posso suportar mudanças só de um lado. Eu sei o que está prestes a acontecer comigo e sei que não chega nem perto do que eu quero. Eu não tenho mais esperança de que isso mude. Esperança não me serve em nada e é mais uma palavra/sentimento/ação riscada do meu vocabulário.

Eu desejo a (quase) todos um ÓTIMO 2010. Porque se depender de mim hoje, eu vou fazer o possível para o meu também ser.

Liberdade

Eu não sei se isso tende a acontecer com todo mundo, mas sei que acontece comigo. As vezes tenho vontade de largar tudo, esquecer das poucas obrigações que tenho, deixar pra lá as pessoas que tenho que dar explicações e simplesmente sair por aí. Montar uma mochila: Três calças, dois shorts, algumas blusinhas, duas blusas de frio, uma pesada e outra mais levinha. Um óculos de sol, uma canga e uns três biquinis. Sair por aí mesmo. Sem pressa pra voltar. Alguns produtos de higiene seriam necessários. Fico pensando no sol da estrada que vai me levar pra lugar algum, no vento que vai bater no rosto e aquela sensação de “into the wild” que eu vou ter dentro de mim. A oportunidade de me desprender de telefones, computadores, tvs, microondas, geladeiras, gps. Eu posso fazer isso. Sei que posso. Sei que ao menos deveria. Há tempos penso em algo assim, em sumir e não dar explicação, de atualizar o paradeiro via lan house de beira de estrada, de ligar pra mãe só pra dizer que vi um passarinho lindo que me lembrou dela. Eu tenho medo. Um medo sem tamanho de sair da zona de conforto. E uma raiva de não conseguir sequer tirar do papel uma idéia tão bonita e tão gostosa.

Eu sou presa a muitas coisas. Sou presa a pessoas que nunca dependeram de mim. E nunca vão depender. Se um dia quiserem ir, elas vão. Não vão pensar no sofrimento que eu vou ter ou na falta que vão fazer. Me dói saber que prestes a fazer 22 eu sou só mais uma num mundo de um monte de gente que sequer nota a minha presença. Eu gostaria de poder fazer mais. Gostaria de ser mais. Não consigo. Sou fraca.

Rascunhinho.

“Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancada. Passado mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que lhe bateram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam a bater naquele que tentasse chegar às bananas.”

Daí que eu penso em como a gente se acostuma a reagir de uma maneira padrão nas situações que surgem na nossa vida pelo simples motivo de já ter acontecido com alguém e ter aquele puta medo de passar pelo mesmo perrengue que outra pessoa passou. Quantas coisas deixamos de fazer, quantas oportunidades perdemos só porque para outra pessoa não deu certo ou não foi tão bom assim? Claro que pra toda regra tem a sua exceção mas até aí, por que não tentar mais? Não arriscar mais nessas situações? É aquele clichê do tipo “o não eu já tenho”, “50% de chances de dar certo. (ou errado se você faz o tipo pessimista)”

Quantas vezes eu deixei de ver o copo metade cheio? Quantas vezes eu desisti por preguiça ou por pensar sempre que não daria certo? Ou agi sem vontade ou garra de tentar mudar essas situações. Quanto tempo eu perdi e quanto tempo ainda tenho pra consertar os erros? Dúvidas idiotas que permanecem me atormentando todos os dias. O tipo de pensamento que fica escondido na cabeça, lá no fundo a maior parte do tempo, mas sempre no subconsciente. Você acorda e pensa em como vai ser o seu dia e lembra. Ou no banho, ou enquanto passeia com o cachorro… Talvez não seja tão subconsciente assim. As mudanças precisam vir. A estação é propícia pra isso. Não existem mais goteiras. Pelo menos não tem chovido. Assim não tenho como descobri-las.

I never had any great expectations
No longer need to be taken care of
Now,I know something was lost in translation.

Mais conhecida elegantemente como writter’s block a dificuldade de escrever um bom texto é um problema de gerações. Ainda mais na minha família onde eu tenho quase certeza de que ninguém escreva nada e eu não saiba porquê raios eu faço jornalismo, considerando que nem de diploma eu preciso mais.

Após meses sem passar pelo centro da cidade, fui arrastada gentilmente pela Jacke pra ir comprar maquiagem com ela. Quando entramos no carro percebemos que no carro do Matheus não tinha nada que pudéssemos escutar sem querer pular da janela e ir a pé na chuva. Até que achamos um cd do Charlie Brown Jr. perdido entre os tantos outros cds estranhos. (desculpa Ma, mas num rola suas músicas. ehhe) Quando o cd começou a tocar todos lembramos de momentos nostálgicos que passamos ao som dessa “belíssima” banda nacional. E também percebemos a profundidade das letras de Chorão.

Ame seu pai, mesmo se ele for um porco capitalista.

Meu, tu não sabe o que aconteceu! Os caras do Charlie Brown invadiram a cidade. Chame sua mãe, chame seu cachorro, chame todo mundo, o coro vai comê.

Dentre tantas outras pérolas pude perceber que deixei uma fase na qual eu pretendo nunca mais voltar.

Daí eu penso.. Um cara chega e diz que não precisa de diploma pra ser jornalista. Eu gostaria de saber quem foi o imbecil que disse que não precisa de diploma pra ser músico. Não quero dizer que as músicas que eu escuto são melhores que todas as músicas do mundo mas o que você espera de uma banda/conjunto que toca uma música sobre um cavalo manco no Pará??

Eu acredito que escrever seja quase tão importante quanto operar alguém ou construir uma casa, então, por que não acabar com faculdades de medicina e arquitetura. Lembro que eu montava prédios enormes e muito fortes com o Lego quando eu era criança. E eu aprendi bastante coisa de cirurgia assistindo House, E.R. e Grey’s Anatomy. Inclusive sei realizar uma traqueostomia com sucesso. (pelo menos na parte teórica)

*Esse é um texto sem nexo algum pra lembrar certos “escolhedores de leis” que não é legal não precisar de diploma pra ser jornalista.

E as pessoas tem a audácia de dizer que horóscopo não funciona.

Agradeço a @lucianasabbag por me mostrar essa maravilha. Ou praga dependendo do ponto de vista…

27/06 (hoje) às 15h21 a 29/06 às 18h20

Sol na casa 5, lua na casa 8

Neste período, que vai de 27/06 (hoje) às 15h21 a 29/06 às 18h20, a passagem da Lua pelo setor das crises pessoais pode significar um transbordamento de emoções e problemas que você tem tentado evitar nos últimos dias, Letícia. O Sol em trânsito pela Casa 5 entra em conflito com a Lua, sugerindo que você até deseja levar as coisas numa boa, com mais relaxamento e tranqüilidade, mas há problemas e pendências a resolver que não podem ser evitadas! A Lua neste momento pede que você não faça de conta que não existem coisas que lhe incomodam e que dê atenção a estes pontos. O Sol na Casa 5 lhe ajuda a ver as coisas com maior clareza, ou pelo menos com melhor humor. A reflexão para o período é: do que eu preciso me libertar?

SPFW segundo dia!

Pra não chatear ninguém com as minhas histórias vou contar um pouco de ontem e o que tá rolando hoje.!

No Oi Papo Fashion de ontem, além do Cássio Reis e da Erika Palomino que estarão no Lounge da Oi todos os dias, tivemos a presença da consultora de moda Constanza Pascolato, do fotógrafo André Passos e do Gringo Cardia. O papo foi legal e descontraído e dentre tantos temas e tantas conversas gostosas, Constanza contou que quando ela trabalhava na França, as notícias sobre moda eram feitas no telégrafo. Além disso ela disse que se sentia com 400 anos de história de moda, e até riu do comentário. Terminado o talk show, os convidados ainda ficaram mais um pouco e, atendendo a pedidos tiraram muitas fotos. Infelizmente essa sub-blogueira que aqui vos fala não aguentou ficar até o desfile da Colcci que era sem dúvida o mais concorrido e esperado.

Hoje, no segundo dia a movimentação por aqui não foi diferente. Tivemos Maíra do BBB9, Carla Lamarca, apresentadora do Fashion Tv e agora a correria é pra ver quem chega pro Talk Show de hoje. Um dos apresentadores, Cássio Reis, chegou cedo, conversou, deu entrevistas e tirou muita foto também. Falta a Erika Palomino e os dois convidados, que por enquanto são surpresa. (ou pelo menos pra mim)

Hoje podemos ver o Lounge da Oi bem mais cheio e bem mais animado do que ontem, mas acho que é a tendência ká que está chegando o final de semana e fica mais fácil da galera ficar aqui por mais tempo.

Como tá uma correria IMENSA por aqui, vou deixar a atualização do Talk Show pra depois.

Pois é. Começa agora o diário de Letícia Sanseverini e Sanseverini (qualquer semelhança idiota com Lucas Silva e Silva é mera falta de criatividade) sobre o SPFW. Esse evento maravilhoso e totalmente excelente que acontece duas vezes por ano em algumas das cidades mais famosas e conhecidas do mundo. Pra escrever sobre, essa é minha primeira vez, e como toda primeira vez, com certeza vai ser inesquecível e nada melhor do que registrar cada momento do evento.

O SPFW só começa amanhã, mas hoje eu vou contar como foi chegar até aqui e não, não vou começar com um “Era uma vez” ou “papai e mamãe plantaram uma sementinha”. (outra piada infame.) Enfim.. Eu não moro em São Paulo.. Moro relativamente perto e uma amiga me disse hoje que viria pra cá pra passar uns dias na casa de uns parentes e eu aproveitei a carona. Agora imaginem, eu, a pessoa mais preguiçosa e acomodada do mundo correndo pra fazer a mala com todas as roupas, acessórios e catrefes necessários e desnecessários pra (tentar) me vestir bem num evento da moda. Eu tinha meia hora pra arrumar tudo, e até que consegui. Só falhei na missão na hora de pegar as blusas de frio. Na segunda pedi pra D. Terezinha (a santa daqui de casa) lavar tudo, e, adivinha? Não secou NADA. Ou seja, vou passar frio essa semana por aqui. Continuando.. Peguei tudo, coloquei no carro e parti pra SP com a minha amiga, a avó e a tia dela. A “viagem” foi engraçadíssima, a ponto de ter certeza que elas realmente eram parentes por causa da semelhança da doideira delas. Enfim, ela me deixou no Ipiranga e eu tinha que vir até a Liberdade. Com duas malas enormes, mais mochila. Cheguei bem, deu pra cansar, a net quando cheguei aqui enroscou, mas tá tudo certo. (Tá, pra primeira aventura nem foi aventura nenhuma mas o que vale é a intenção) Amanhã escrevo algo mais legal.

Obs: Tô assistindo novela. Segunda vez na minha vida que assisto Caminho das Índias.! Porque graças ao lixo de serviço prestado pela Telefônica, não tenho Globo, SBT, Record e Cultura. Muitíssimo obrigada espanhóis bobões!

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