The O.C. – 10 anos de estreia

Hoje umas amigas no Facebook lembraram que faz 10 anos que foi ao ar pela Warner o primeiro episódio de The O.C., uma série que duraria quatro temporadas e que nos daria alegrias e tristezas imensas em seus anos de exibição.

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Pra quem não se lembra, The O.C. se passava no Orange County (herp), um condado da Califórnia cheio de “ricos endinheirados” com probleminhas na vida. A história começa com Ryan, o esquisitinho, pobre e anti-social com problemas de convívio, família problemática e todo aquele dramalhão de alguém que sofre o que não deveria sofrer. Normal, quem nunca se sentiu um Ryan?

Ele é meio que adotado pelo Sandy, advogado e pai bonitão do Seth e marido da Kristen, uma mãe fofa e cheia de amor que com certeza esconde algum problema.

Daí o Ryan se apaixona pela vizinha linda Marissa que é namorada do Luke e amiga da Summer, paixão do Seth que é um geek/hipster lindinho apaixonado por quadrinhos e outras nerdices que, assim como todo o resto do elenco também lembra um pouco você.

The O.C. era exatamente isso: uma série cheia de personagens que em muito se assemelhavam aos jovens que assistiam na época e por isso serviu como um guia básico de sobrevivência em tempos que, de fato você se achava um “Estranho no Paraíso”.

Dadas as devidas comparações, ser um adolescente em qualquer cidade em muito se parecia com as angústias, alegrias e tristezas de qualquer adolescente, com a diferença de que os adolescentes em The O.C. eram very fucking rich e bom, minha vida sempre foi mais habitada em Chino do que em O.C.

Das cenas mais marcantes e mais fodas das três temporadas (a quarta foi uma merda, quem assistiu sabe bem disso) relembrarei algumas aqui:

10 – Seth, Summer e Anna – todos os momentos, mas esse em especial.

9 – Seth Cohen impedindo a Summer de participar da barraca do beijo

8 – Oliver, the mean bastard (infelizmente em português)

7 – Marissa e seu momento “Girls just wanna have fun” com a Thirteen, não, pera.

6 - Overdose da Marissa

5 – Luke safado pegando a mãe da ex namorada. (péssimo vídeo, eu sei)

4 – Últimos momentos dos quatro reunidos e felizes.

3 – Beijo do Spider Man do Seth e da Summer. (eu choro com essa música)

2 – Primeiro beijo do Ryan e da Marissa na roda gigante

1 – Acidente da Marissa =/

Bônus ding ling ling O ano novo que o babaca do Oliver não conseguiu estragar!! dica da @deh_

Eu poderia ficar aqui escrevendo como essa série foi foda pra mim por horas, mas acho que imagens dizem mais que palavras. *-*

Obrigada Josh Schwartz pelos melhores 3 anos da minha vida de séries adolescentes!

#nerfaday 2013 – The sequel is always better

Um ano atrás eu tava aqui dizendo como que foi que nossa amizade surgiu e te parabenizando por mais um ano de vida. Por ser linda, e por ser assim, tão Nantinha.

Nesse um ano que passou você me abandonou em São Paulo e deixou uma maior de idade pra (me) eu cuidar. Acredito que fiz(emos) um bom trabalho. Além disso, que momentos inesquecíveis que pude guardar na memória (minha e do celular) do nosso carnaval. O primeiro carnaval de verdade, no Rio, com a carioca mais linda que conheço?

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E assim, a distância diminuiu a frequência de conversas, mas nunca diminuiu o amor, cê sabe né? E a maior dor que uma pessoa pode sentir é amor, saudade e felicidade tudo ao mesmo tempo. Porque é assim que eu me sinto. Morrendo de saudades, mas cheia de orgulho pelos passos que você decidiu seguir. Pelo caminho que foi trilhado com muitos mercúrios retrógrados no caminho. E no fim desse caminho tava tudo que você sempre quis, e conquistou muito pra conseguir.

Vejo nossas conversas de whatsapp e o jeito como nossa comunicação não muda (e sei que a sua com Brisinha é muito mais forte e linda ainda, afinal, vcs se completam e eu dou um laço final nesse trio, diz aí?) e mesmo longe sempre parece que você tá aqui pertinho da gente?!

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Dá pra ouvir sua voz, seu jeitinho carioca com sotaquinho gostoso de geralmente fazer os melhores comentários sobre tudo e bate uma saudade de você, pequena!

Sabe, é por isso que não tem como eu não amar a internet. Porque, apesar dos psychos que nela habitam, foi nela também que encontrei gente linda, cheia de amor pra dar pra quem merece e receber de quem merece.

Nantinha, meu coração apertadinho torce todos os dias pelos melhores dias pra você. Que a vida que vem agora, que todas essas mudanças e loucuras que a vida cada vez mais adulta tá dando pra gente sejam sempre cheias de positividade e coisas lindas.

 

Parabéns! <3

Mulher escolhe caixão e morre atropelada dois dias depois

Uma aposentada de 76 anos morreu após ser atropelada por um motociclista nesse domingo, 30 de julho em Kaloré, uma cidade que fica a 70km de Maringá e 434km de Curitiba (pra você ter uma noção de como é longe)

O curioso nisso tudo é que dois dias antes a aposentada foi com o marido a uma funerária da cidade e escolheu um caixão azul e branco que era “a cara dela”, de acordo com o viúvo. Obviamente que ao ouvir o pedido de compra do caixão da própria mulher, o marido disse que não o faria.

Ela ainda se despediu das amigas e até mesmo da dona da funerária, pedindo que não a esquecesse.

A senhora ainda chegou a ser atendida, mas não resistiu aos ferimentos.

 

Fica a pergunta: será que dona Dionízia sabia que o fim estava próximo? Será que ela pode ter causado a própria morte?

So it goes…

Descanse em paz, dona Dionízia.

 

Matéria do G1.

Feliz dia dos Namorados!

A minha vida inteira eu sofri muito por amores. Meu primeiro amor foi o Gui. Um menino da EMEI que chegava com ossinhos de galinha do almoço, me mostrava os ralados nas pernas e dizia que o osso tinha saído da perna dele e era por isso que elas estavam sempre com casquinha de machucado. Eu tinha uns 6, ele uns 7 e nunca rolou nem um beijinho. Quando mudei de escola e fiquei “mais velha”, com uns 9, 10 anos minha paixão era o Rodrigo. Eu brincava de “jeans” no intervalo das aulas só pra poder correr atrás dele. Ou então esperar que ele corresse atrás de mim. Relacionamentos não eram assim?

Quando cheguei aos meus 11 anos, em uma festa junina da escola me disseram que o Rodrigo estaria me esperando na rampa, pra me dar um beijo. E adivinhem vocês, ele não tava lá. Depois teve o Felipe, do qual eu sabia o telefone, o endereço, a placa do carro da mãe dele e até os dias que ele ficava mais tarde na escola. Eu era muito fofa (e feia, muito feia) então sempre dava umas balinhas e pirulitos pra ele, porque eu queria vê-lo feliz, até perceber que ele não queria nada comigo. Então, em uma das viagens de férias com a família eu voltei com um saco de balas de gengibre e dei umas pra ele. E sabe o que aconteceu? Ele atravessou o corredor da escola correndo, com a boca ardendo. Hoje o Felipe está casado com uma menina que era da minha sala. E ele é super religioso (não combinaria comigo nunca, né?) Ainda sobre as viagens com a família, cada vez que viajávamos era uma paixãozinha correspondida (ou não) que eu trazia nas malas pra casa. É claro que nunca acontecia nada, eu era novinha de tudo e achava que amar alguém e sentir aquelas borboletas no estômago já me bastavam. Sempre gostei de me apaixonar. Foi assim que aprendi a escrever, quando comecei a sofrer por amor. E foram muitos textos escritos em cadernos, diários secretos e posteriormente blogs, fotologs…

Apesar de ter passado minha vida apaixonada por vários carinhas e até beijado muito, (graças a deus) nunca tinha acontecido nada de especial de verdade. Nenhuma declaração de amor significativa nem nada do tipo. Meus namorinhos eram curtos e sem graça e o que eu curtia mesmo era curtir a vida e ser feliz. Mas sabe quando ser feliz sozinha não basta?

Poxa, minha vida inteira fui condicionada (fomos) a acreditar que as pessoas só são felizes acompanhadas, de um grande amor, uma paixão arrebatadora. Demorou, mas eu me libertei dessa condição de achar que eu só seria feliz se tivesse alguém e por algum tempo eu fui feliz sozinha.

Mas como esse não é o fim da história, claro que muita coisa ia mudar na vida dessa protagonista. O tempo passou e eu sofri calado e a vida foi se parecendo mais com o que tenho hoje. Eu cresci, me tornei responsável pela minha vida, minha casa. E é aí que nossa história começa…

Quando a gente se conheceu eu esqueci dele. Pois é, aquela coisa do momento, de conhecer um monte de gente nova num lugar bacana, acabou entrando no esquecimento (isso porque eu também tava bêbada) E depois ele disse que eu disse que lembrei da primeira vez que nos vimos, mas a verdade é que eu não lembro de muita coisa daquela época específica. E por uma loucura do destino (e da internet) a gente “se conheceu” novamente. E aí sim foi foda.

Foi foda e muito louco, porque a gente é diferente, mas é igual. E podem me chamar de rapidinha, mas logo na primeira vez que a gente dormiu juntos, a gente também tomou banho juntinhos. Eu só tinha compartilhado um chuveiro com mais uma pessoa na minha vida inteira. Era muita intimidade, muita vergonha, muito tudo. Mas com a gente nunca teve isso. Foi bom desde o primeiro momento.

E cara, como eu sofri na mão dele. Ele também sofreu na minha e demorou muito até a gente chegar onde a gente tá. Sofrer por um amor que você sabe que é seu e de mais ninguém é muito difícil. E depois, quando passa essa fase cheia de zica, vem a fase boa, cheia de amor e alegria. Um motivo pra sorrir todos os dias e contar os minutos pro final de semana.

E depois de tudo, começam a vir os problemas de verdade. Os problemas que a vida entrega numa baldada de água fria que você não sabe nem de onde veio e pior, você não tem uma toalha por perto pra se secar. Mas você tem alguém do seu lado pra se molhar junto e dizer: calma cara.

A gente já passou por muita coisa juntos e todo mundo acha que a gente já é um casal velho (antigo), mas não. Só tem um ano de alegria, de momentos inesquecíveis (ou esquecíveis, porque né, vocês conhecem bem esse casal 4:20) e de muito perrengue superado com amor, com um colo e um kit que resolve tudo.

E além disso tudo eu sei que não percorremos nem um  degrau da nossa vida juntos. Que vamos subir muitos outros e ocasionalmente escorregar em uns, porque, como a vida já mostrou pra gente, ser verdadeiramente feliz ao lado de alguém que a gente ama pode nem sempre ser tão fácil assim. Mas vale a pena cada segundo do seu lado.

Hoje eu tenho a certeza que apesar de qualquer coisa, das nossas briguinhas por exemplo, por conta de você não deixar eu vomitar o vinho em paz na privada da Brisa, no dia seguinte, depois da ressaca moral, do enjoo que vai durar o dia inteiro, tem um monte de borboletinha no estômago me garantindo que quando eu te encontrar, meu dia vai voltar a ser o melhor do mundo, sempre. E que não importa quantos baldes d’àgua fria a vida me jogar, eu vou ter alguém do meu lado pra se molhar junto, ou então buscar uma garrafa pet, fazer um furo e, bom… o resto deixa com a gente.

Te amo, Ivo Neuman.

Feliz dia dos Namorados!

Momentos Treta!

A história da goteira

Ela gostaria que todos os seus desejos se realizassem. Como o de chover no domingo como ela esperava. E enquanto conversávamos sobre o final de semana e das desventuras e das conversas que tivemos ela se lembrou da goteira insuportável no quarto dela. Lembrou de quantas vezes e quantos profissionais ou não profissionais tentaram consertar, e quantas maneiras diferentes de resolver o problema foram necessárias pra não arrumar nada e, no fim, só piorar a situação. Foi aí que veio a comparação. Ela era a goteira do quarto dela. Aquele problema sem solução, persistente, insistente e totalmente irritante. E assim como a água que pingava do teto em certas épocas do ano, os problemas também surgiam assim. Talvez com mais frequência no inverno e na primavera. Coincidentemente as duas épocas do ano que ela mais gostava. Incrível como ela sempre reclamou do calor excessivo do verão e o vento gelado do outono. Não fazia muito sentido aquela conversa pra mim. Eu faço mais o tipo que escuto e balanço a cabeça enquanto ela era do tipo que gostava de ouvir e dar opiniões. Nunca foi meu forte dizer o que pensava até porque muitas vezes as respostas contradiziam com a vontade real do interessado em ouvi-las. E enquanto ela mudava de assunto e depois voltava pra goteira eu lia a parede forrada de papéis e folhas de livros velhos e histórias que faziam parte da vida dela. Na verdade algumas dessas folhas faziam. As outras eram só pra ocupar o espaço vazio na parede. Interessante ver tudo isso. Foi quando ela começou a falar que, por mais que gostasse da parede, era outra coisa que a incomodava, pois a maior parte do que estava lá era o passado dela, que não condizia com o que ela queria ser hoje. Foi aí que ela lembrou da goteira e lembrou que tem certas coisas que não mudam nunca. Ela acendeu um cigarro, deu uma tragada e continuou a contar sobre o final de semana.

 
A história da goteira entrou em esquecimento. Pelo menos até a próxima chuva.

#nerfaday

É seu dia. Na verdade todo dia é nosso dia, até mesmo quando não parece ser. Mas hoje especificamente é seu dia mesmo. (seu e de mais 9 milhões de pessoas pelo mundo, mas pra mim, é só seu)

A ideia era começar a contar (pra todo mundo ver e você morrer de vergonha) como a gente se conheceu. A gente se conheceu pela stalkeada. Da minha parte, claro. E a gente não se gostava. E o follow back rolou, mesmo não “se gostando”. Demorou um tempo até a primeira conversa. Aquela que iniciaria uma liiiinda história, só que não. Trocamos tweets, nos adicionamos no Facebook. As novas amizades começam assim. E por mais bizarro que possa parecer, essas amizades (algumas delas e principalmente a sua) são verdadeiras. São verdadeiras porque é assim: A gente escolhe seguir quem tem conteúdo. e você nesse um metro e meio tem conteúdo pra caralho. Não caberia em mim se você fosse do meu tamanho. E depois de ver seu “conteúdo” tive ctz que não era conteúdo kibado. Era você ali. A gente trocou dms, sempre no mistério, sempre na onda de conversas filosóficas. Até o dia que eu precisei de você. E você veio. Nos encontramos no Rato Preto. E eu chorei. Contei da vida, do universo e de tudo mais. Contei angústias, fiz declarações e me confessei. (calma glr, tem nada de lésbico aqui não, apesar de que né, ela é gata pra caralho) Você ouviu e já brigou, deu conselho e por pouco não me bateu por tanta burrice. Você tava sempre lá, online, na sms, na ligação me ouvindo chorar. Se essa amizade parece mais uma necessidade minha de conselhos seus e sua experiência foda de vida, eu não sei. Eu sei que eu gosto de você, muito, e preciso de mais que só seus conselhos. Você é o tipo de pessoa que a gente quer carregar pra vida toda (e até consegue. você é compacta)

Trocamos confidências, risadas, conselhos, amizade, carinho. A gente tem esse carinho uma pela outra e isso é muito foda. Nerfinha (vish), você é um mulherão! E não há quem possa com você. Pode parecer meio besta fazer isso. Essa declaraçãozinha barata que mais lembra um testimonial do orkut. Mas fiquei pensando em outras maneiras de dizer pra você (e pros outros que ainda não perceberam, se é que é possível) que você é muito foda e sorte é de quem tem você como amiga, companheira, mulher.

 

Hoje é seu dia. Amanhã também vai ser. Mas hoje é o dia que a gente agradece por você ter aparecido assim, nas nossas vidas.

 

Feliz aniversário, Nanda. Toda felicidade do mundo pra você!