Happy Blog Day 2008 Everybody!!

Bom, já que caí de vez nesse mundo, o jeito é fazer direito né. Ou pelo menos tentar. Hoje é o Blog Day. 31/08 que por acaso forma a palavra Blog e por isso foi a data escolhida. Essa informação eu vi no Comunicadores

Então, o negócio é o seguinte, como blogueira (eu me intitulo assim, mesmo não sendo de verdade verdadeira. hehe) vou deixar aqui 5 links de blogs que eu gosto, que eu frequento pra que outras pessoas possam conhecer.

JustPlay do Rafael R. Amigo e padrinho de blog.. ahhaha.
Tá, não é padrinho mas é alguma coisa do gênero.

Blog de Guerrilha Esse blog é ótimo porque tem tudo que eu preciso pra fazer meu projeto que eu ainda não fiz. Mas com o tempo eu faço. Professores, por favor, desconsiderem esse post.

Manual do Cafajeste O Cafa conta suas histórias e as do Aprendiz de Cafa no ap dos dois em São Paulo, sempre dando bons exemplos de como nós mulheres estúpidas nos portamos perto desses bichos que a gente tanto deseja e tanto detesta.!

(Link deletado porque ela num quer.. Sabiia!!!) Eu sei que eu vou apanhar por tornar esse blog público mas nem ligo. Ela que se entenda comigo depois.. L. G. Amiga, Fotógrafa e tudo de bom no mundo numa pessoa só. Eu nem preciso ficar babando ovo. É só ir lá conferir. E depois conferir meu olho roxo. Nem ligo. hehe =)

Por último e nem um pouco menos importante: Blog da Luci Bonini Um professora do cara*** de Semiótica, e, além de professora uma amiga, mãe.. Essa é daquelas que vale por mil. Como eu gostaria de ter aulas com você de novo Luci. Aliás, vou fazer uma campanha.. Volta Luci.! Por um mundo onde a semiótica seja realmente semiótica!! =)

Ahh antes que eu me esqueça.. Fui convidada a participar da super equipe demais do Suspensa, vamos ver o que que dá.! tô feliz.! =)

Beijos pra vocês.!

Pós Blogcamp São Paulo

Eu me surpreendi com o Blogcamp. Sim, porque, pra quem não vivencia esse mundo 24 horas por dia, quem não conhece todos os envolvidos ou uma grande parte deles, acha que na verdade são um monte de nerds do estilo filmes americanos, com suas invenções malucas e suas alergias a tudo. Tá, eu não pensava desse jeito exatamente, mas tem gente que pensa. Mas eu me surpreendi de ver que não tem um que seja assim (pelo menos não que eu tenha me lembrado, ou visto, afinal, eu acho que comecei o blogcamp bem né.?!)
De qualquer forma, é uma galera legal.. Queria ter assistido a palestra que eu me inscrevi, mas me empolguei trocando camisetas e acabei ficando lá embaixo curtindo a conversa descontraída com a galera que eu conheci.
Hoje eu me inscrevi pra umas três palestras, mas não vou não. Sair de Mogi é cansativo, e ontem eu fiquei beeem cansada.
Mas parabéns ao pessoal da organização.. Foi bem legal, e espero o próximo ansiosa já.

Filmes com músicas legais.

Acho que todo mundo adora um bom filme desses do tipo comédia romântica onde as pessoas cantam no meio de restaurantes, improvisam músicas conhecidas do público e ganham nossos corações por deixar na nossa cabeça uma vontade de um dia fazer o mesmo que eles.. Então, aí vão alguns filmes e as músicas tocadas neles..

10 Coisas que eu Odeio em Você – Can’t Take My Eyes Off Of You
O Casamento do Meu Melhor Amigo – I Say a Little Prayer for You
Tudo pra Ficar com Ele – I Don’t Wanna Miss a Thing
Como Perder um Homem em 10 Dias – No final, na exposição de jóias. não me recordo a música.
De Repente 30 – Rola um Michael Jackson na festa, ninguém canta, mas todo mundo começa a dançar.
As Branquelas – I Would Walk a Thousand Miles

De qualquer forma, são muitos os filmes e muitos os atores que cantam e nos divertem.
Vale a pena assistir de novo, ou, se a preguiça for maior, ver no youtube. =D

Pão com ovos

Eu lembro de uma crônica do Luís Fernando Veríssimo que ele fala de ovo. Que durante muito tempo a gema foi considerada o que fazia mal e na verdade não tinha nada a ver, e ele contava como preferia comer os ovos dele e as maneiras de fazê-los, claro que não a receita, mas um toque especial que ele dava.. De qualquer forma.

Hoje eu fiquei com uma tremenda vontade de comer pão com ovo frito, e por sorte minha mãe comprou pão depois que saiu do trabalho. Tá, pão com ovo é “coisa de pobre” mas é uma delícia. Não tem comida de pobre mais gostosa que pão com ovo principalmente por causa da geminha mole que fica caindo no prato inteiro e fazendo uma lagoa amarela, e convenhamos, afundar o pão nessa lagoinha é tudo de bom pra um ser humano.
Então antes de tomar banho, pro cabelo não ficar com cheiro de fritura, fui preparar meus tão queridos ovos fritos, e lembrei de uma coisa que sempre acontece quando faço pão com ovo.

Não sei se é por causa do meu tamanho ou porque eu realmente sou gulosa, mas geralmente eu como dois, três pães..(Não é a toa que eu tô do tamanho que eu tô né. enfim.) E fazer mais que um pão vira um drama pelo seguinte problema… O pão que você fritar primeiro vai esfriar mais rápido do que o segundo pão, porém não vai ficar tão frio a ponto de não ser possível comer. E eu, com a preguila que tenho, prefiro fritar os dois de uma vez do que fritar um, comer e depois fritar outro.

Então aí que tá o dilema, quando você frita os dois.. Você come o primeiro primeiro ou o segundo primeiro?
Porque se você come o primeiro primeiro o segundo vai ficar na mesma temperatura que o primeiro que você comeu, daí fica tudo igual. Mas se você comer o segundo primeiro, ele vai estar bem quentinho, saindo fumacinha e tudo mais. Então, o primeiro pão que você vai comer em segundo, vai estar médio pra mínimo de quente (vocês tão seguindo meu raciocínio?)

Eu acho que o pão que tá quentão poderia ficar naquela temperatura até o pão que tá médio quente acabar, assim, comeríamos o pão mais gostoso no final e não deixaríamos de aproveitar e saborear essa maravilha que são os ovinhos de galinha.

Hmm, se eu não tivesse comido tanto, eu estaria com fome de novo. Sorte que o cabelo tá molhado e eu me recuso a ir pra cozinha pra ele ficar cheirando urghs!!

House parte um milhão

Cada dia que passa eu entendo mais o conceito de House. Cada dia que passa eu vejo as pessoas mentindo mais e mais. E o pior, acreditando nessas mentiras. Eu tenho nojo dessas pessoas.
Talvez eu seja inocente demais pra mentir ou idiota demais por acreditar. Mas ainda assim eu tenho dó dessas pessoas.
Elas não ganham nada com isso, a não ser o meu desprezo e a risada de quem sabe e olha com dó pra elas.
Acho que a necessidade de ser aceita pela sociedade, por outras pessoas é tão importante que isso deve deixá-las malucas.

Eu recomendo um bom psiquiatra, porque o que você tem é doença minha querida. E recomendo também mais amor do seu papai e da sua mamãe.

Depois que estiver tudo estabelecido e com sorte parafusado, você pode voltar a falar comigo com a sua falsidade e seu nariz empinado.
Só não me peça confiança certo “velho”?

O dia que essa necessidade passar e você ver que as pessoas conversam com você e ouvem o que você tem pra dizer por dó, você vai ver que inventar histórias além de ser muito feio é inútil, porque quem precisa saber da verdade já sabe.!

Coisas que melhoram o seu dia parte I

Dormir tarde e acordar tarde
Dormir cedo e acordar cedo só pra assistir Maísa
Comer tranqueira. Chocolate, miojo, sorvete, sucrilhos
Comprar roupa
Sair com os amigos (C.D.P.) pra ir ver Kiara
Se sentir bem com roupas que antes não ficavam nada bem
Assistir seriados engraçados
Saber que seu sexto sentido funciona
Ficar feliz em saber que você está feliz tão rápido
Se espreguiçar, muito
Bocejar
Beber e derivados que acompanham
Fazer tatuagens
Ter vícios.. bons e ruins (Porque os ruins um dia vão embora. Os bons continuam. enfim…)
Dançar, por mais estranho que seja
Ouvir aquela(s) música(s) que dão um “remelexo no esqueleto”
Não sentir raiva por terem te machucado
Se sentir bem por saber que se livrou de problemas
Saber que tem gente que tenta provocar você, te ver mal e achar graça da insignificância dessa “pessoa”

Saber que na vida a gente passa por um monte de testes, que alguns deles são bem fáceis, outros vão tomar seu tempo, alguns vão ser surpresa e também vai ter uns testes com consulta e você vai ter seus amigos, família pra te ajudar e saber que no final das contas, você não precisa provar nada pra ninguém e que não se importar com os outros ainda é o melhor remédio.

=)

Eu sempre consigo o que eu quero

Se tem uma história que minha mãe faz questão de ressaltar pelo menos uma vez por mês é que uma vez, quando eu era criança, meu pai me negou alguma coisa, e eu, muito paciente taquei uma caneca na cabeça dele, e de acordo com minha mãe, com muita força pra uma menina de dois/três anos…
E até onde eu consigo me lembrar, da minha mais tenra idade até semana passada eu sempre fui assim, do tipo eu quero e eu vou ter. Não acho essa uma atitude digna de aplausos, mas é questão de perseverança. De todas as vezes que eu fui assim, posso afirmar que fracassei algumas vezes, e muitas outras consegui o que queria. E, dessas vezes que eu consegui, que o resultado foi positivo, eu não me senti 100% vitoriosa. É como quando somos crianças e imploramos por um brinquedo, deixando nossos pais loucos, nossos avós em dúvida se devem comprar ou não e a tia babona já tirando o dinheiro da carteira pra ir até a loja comprar. E quando ganhamos a bendita boneca que solta bolinha de sabão, passamos algum tempo admirando as bolinhas, o jeito que a boneca era tão moderna na época e como mais da metade da rua nem pensava em tê-la. Logo em seguida a deixamos num canto qualquer. Eu lembro que foi assim também quando saiu o tênis da Esmeralda do Corcunda de Notre Dame. Era o tênis mais lindo que uma menina podia querer, com verde e roxo, das cores da roupa da Esmeralda (talvez falando assim, pareça brega, mas era lindo, pelo menos pra época). E naquela época eu já tinha um pézão (levando em consideração o meu tamanho hoje, meu pé era um pouco desproporcional na época, enfim) O tênis havia esgotado em todas as lojas, e a única que tinha, tinha um número menor. Eu menti pra minha mãe dizendo que o tênis tava bom, confortável.. Ela comprou.. Eu usei durante uma semana o tênis da esmeralda. E foi assim com meu all star rosa na sexta série, minha chuteira da Kelme vermelha na sétima série e posso citar tantos outros objetos. Hoje, lembrando de todos esses tênis (E considerando que tênis é uma praga na minha vida) eu comecei a imaginar que não é só com tênis que eu sou assim. E quando eu páro pra pensar nisso, eu acho que eu preciso urgentemente de uma consulta num bom psicólogo. Por que raios eu tenho que ser tão possessiva assim? Eu quero dizer, eu não sou doente psicopata maluca, mas eu sou possessiva. Eu tenho medo de perder, de ficar sozinha talvez..
Talvez eu só precise me lembrar que nada é pra sempre. E eu pretendo colocar isso na minha cabeça hoje, quando for dormir, pra ter certeza de que amanhã não terei nenhuma surpresa.
Eu já não sei se gosto tanto assim de mim hoje.! Já não sei se quero tanto assim amanhã.!

Mágico de Oz

Hoje o dia começou lindo, com um sol encantador e passarinhos que, ao contrário de sábado de manhã, hoje não me incomodaram… Fiquei feliz por ver que tem mais vida do que eu imagino aqui em casa. Mas isso foi assim até receber (ou forçar receber) uma notícia que eu esperava desde ontem, sem saber do que se tratava. Enfim, isso está passando.. É a vida por mais irônica que ela seja.
Enfim, o dia passou e finalmente consegui comer alguma coisa e sair do quarto, receber visitas e ouvir os conselhos de amigos que, querem (eu espero que queiram) o melhor pra mim.
Um deles meio que me obrigou a escrever. Ele é o psicólogo de plantão, dentre tantos e, como psicólogo da vez, me encarregou de postar nos meus blogs em meia hora. Claro que eu não consegui, afinal de contas, pra esquecer coisa ruim, nada melhor que Friends. Por fim, ele me convenceu a desligar (prometendo me emprestar alguma temporada) e cá estou eu, há mais de meia hora tentando escrever alguma coisa decente.
A Juju chegou na sala e ligou a tv e colocou no Disney Channel, e tá passando o Mágico de Oz. E se eu me lembro bem, é a história da menina que tava com saco cheio da vida dela e foi parar em Oz, mas pra voltar pra casa tinha que encontrar com o mágico de Oz, e a caminho do castelo, pela estrada de tijolos amarelos, ela encontra figurinhas interessantes.. Como o leão que deseja ter coragem, o homem de lata que quer um coração e o espantalho que deseja um cérebro.
Depois de tudo que aconteceu hoje, e prestando a mínima atenção no filme, eu me imagino hoje como esses três figurinhas…

Eu tô me sentindo sem cérebro, coração ou coragem. E assim como a Dorothy, querendo voltar pra casa. Eu me sinto sem cérebro porque não consigo pensar como posso melhorar a minha situação. Sair dessa estagnação ridícula que tomou conta de mim tão rápido, e ficar estagnada me incomoda.

Eu não tenho coragem mais pra tomar decisões, eu tenho medo de fazer algo que atrapalhe mais essa minha situação e, assim, piorar o que já tá horrível.
E também não tenho mais coração. Mas eu acho que esse vai ser o mais difícil dos três de recuperar.
Acredito que se derrotar a bruxa, conseguir um cérebro e coragem primeiro, eu, talvez, algum dia recupere meu coração e consiga finalmente voltar pra casa.
E espero que fique claro que a minha casa não é algo, e sim alguém.

Alguém aí tem o endereço do castelo de Oz?

Ensaio sobre a cegueira

Quando era mais nova nunca fui muito fã de livros.. Sempre li muitos quadrinhos, gibis, hqs (pra mim é tudo a mesma coisa) mas quando se tratava em ler pra fazer a prova do livro… daí o bicho pegava.. Como eu fiz parte da geração internet, pegava a maioria dos resumos no google ou pedia ajuda de amigos, enfim, sempre dando um jeitinho de não ficar de recuperação. Depois que eu terminei o ensino médio, me mudei pra São Paulo, e apartamento sem tv não ajudava muito a matar o tempo livre, foi aí que comecei a ler.. ia catando livros pelo ap, ou quando voltava pra terrinha levava outros, e também comecei a escrever muito, também por não ter o que fazer.. E um dos “caras” que mais me prendeu a atenção na leitura foi o tiozinho Saramago. Enfim, vou cortar a história.. Tô com sono, cansada e com uma certa raivinha.. Faz tempo já, tinha visto em algum lugar que fariam um filme baseado no Ensaio Sobre a Cegueira, que foi um dos primeiros livros que eu li. E hoje, caçando na internet achei uma entrevista no site da rolling stone do Fernando Meirelles e descobri que o filme já tá pronto e vai ser lançado dia 12 de setembro.. Cara, fiquei encafifada quanto a capacidade de um brasileiro (mesmo ele sendo Fernando Meirelles) de conseguir estar à altura do português simpático, até que eu vi o trailer do filme.. Quando terminei, senti um calor tomar meu corpo inteiro.. O trailer mostrou imagens que eu via (imaginava) quando lia o livro.. Eu vi a história toda passar de novo na minha cabeça como se eu tivesse lido o livro ontem.. Até comentei lá na Rolling Stone falando que não achava que tinha um brasileiro capaz e tal.. (alguma coisa do gênero) Não vejo a hora do filme sair no cinema.. Mal posso esperar.. E viva Saramago!!

The O.C.

Hoje assistindo pela milionésima vez o episódio de Thanksgiving da primeira temporada lembrei de uma técnica interessante que eles usaram.. (Pra falar a verdade não sei o nome que se dá a essa técnica mas eu sei que é uma)

O Ryan (Benjamin Mckenzie) vai até Chino, onde morava antes de ir pra O.C. com a mãe e o padrasto que batia nela. Bom, o motivo da visita a Chino é pra pagar uma dívida do irmão Trey (Logan Marshall-Green) que está na cadeia. Então ele vai até a casa de Thereza (Navi Rawat), sua ex namorada e vizinha com a Marissa (Mischa Barton), e, quando chegam lá, a qualidade da imagem muda drásticamente. Enquanto em O.C. a imagem é em alta qualidade, em Chino parece aqueles filmes vhs que nossos pais filmavam quando éramos crianças. A diferença é gritante e interessantíssima.

Outros dois fatos interessantes: Na primeira temporada, podemos perceber o vício da Kirsten (Kelly Rowan) pelo alcool crescendo.. Só nesse episódio ela bebe vinho tinto, branco e depois quando eles acabam, ela passa para margaritas. E a atuação da Summer (Rachel Bilson) na primeira temporada é deplorável.

Em compensação Seth (Adam Brody), Sandy (Peter Gallagher) dão um show de atuação, como em todas as temporadas.