#nerfaday 2013 – The sequel is always better

Um ano atrás eu tava aqui dizendo como que foi que nossa amizade surgiu e te parabenizando por mais um ano de vida. Por ser linda, e por ser assim, tão Nantinha.

Nesse um ano que passou você me abandonou em São Paulo e deixou uma maior de idade pra (me) eu cuidar. Acredito que fiz(emos) um bom trabalho. Além disso, que momentos inesquecíveis que pude guardar na memória (minha e do celular) do nosso carnaval. O primeiro carnaval de verdade, no Rio, com a carioca mais linda que conheço?

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E assim, a distância diminuiu a frequência de conversas, mas nunca diminuiu o amor, cê sabe né? E a maior dor que uma pessoa pode sentir é amor, saudade e felicidade tudo ao mesmo tempo. Porque é assim que eu me sinto. Morrendo de saudades, mas cheia de orgulho pelos passos que você decidiu seguir. Pelo caminho que foi trilhado com muitos mercúrios retrógrados no caminho. E no fim desse caminho tava tudo que você sempre quis, e conquistou muito pra conseguir.

Vejo nossas conversas de whatsapp e o jeito como nossa comunicação não muda (e sei que a sua com Brisinha é muito mais forte e linda ainda, afinal, vcs se completam e eu dou um laço final nesse trio, diz aí?) e mesmo longe sempre parece que você tá aqui pertinho da gente?!

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Dá pra ouvir sua voz, seu jeitinho carioca com sotaquinho gostoso de geralmente fazer os melhores comentários sobre tudo e bate uma saudade de você, pequena!

Sabe, é por isso que não tem como eu não amar a internet. Porque, apesar dos psychos que nela habitam, foi nela também que encontrei gente linda, cheia de amor pra dar pra quem merece e receber de quem merece.

Nantinha, meu coração apertadinho torce todos os dias pelos melhores dias pra você. Que a vida que vem agora, que todas essas mudanças e loucuras que a vida cada vez mais adulta tá dando pra gente sejam sempre cheias de positividade e coisas lindas.

 

Parabéns! ❤

Mulher escolhe caixão e morre atropelada dois dias depois

Uma aposentada de 76 anos morreu após ser atropelada por um motociclista nesse domingo, 30 de julho em Kaloré, uma cidade que fica a 70km de Maringá e 434km de Curitiba (pra você ter uma noção de como é longe)

O curioso nisso tudo é que dois dias antes a aposentada foi com o marido a uma funerária da cidade e escolheu um caixão azul e branco que era “a cara dela”, de acordo com o viúvo. Obviamente que ao ouvir o pedido de compra do caixão da própria mulher, o marido disse que não o faria.

Ela ainda se despediu das amigas e até mesmo da dona da funerária, pedindo que não a esquecesse.

A senhora ainda chegou a ser atendida, mas não resistiu aos ferimentos.

 

Fica a pergunta: será que dona Dionízia sabia que o fim estava próximo? Será que ela pode ter causado a própria morte?

So it goes…

Descanse em paz, dona Dionízia.

 

Matéria do G1.